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O que causa a morte de tripulantes em quedas de aviões e helicópteros?

Redação Fenasdetran55 visualizações
O que causa a morte de tripulantes em quedas de aviões e helicópteros?
A morte do cantor Rick Sollo, da dupla sertaneja Rick e Renner, e de outras quatro pessoas foi confirmada nesta terça-feira (22), após as vítimas sofrerem um acidente de helicóptero em Santa Catarina. Os destroços da aeronave, que perdeu comunicação na segunda-feira (21) enquanto viajava de Porto Belo para São Joaquim, foram encontrados na região de Urubici. Não houve sobreviventes. Além do artista, morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. Em acidentes aéreos, uma das principais causas de óbito é o politraumatismo, também conhecido como traumatismo multissistêmico. A condição é definida por lesões graves e simultâneas em pelo menos duas partes diferentes do corpo. Ela ocorre em situações de alta transmissão de energia cinética – ou seja, impactos violentos gerados pela combinação extrema de peso e velocidade. Os danos corporais mais comuns incluem traumatismos cranianos e de coluna, fraturas múltiplas nos ossos e extremidades, lesões em órgãos internos, além da ruptura de grandes vasos sanguíneos, o que resulta em hemorragias severas. Embora seja frequente associado a quedas de aviões e helicópteros, o politraumatismo também é a principal causa de óbitos em acidentes de trânsito de alta velocidade (especialmente com motos), atropelamentos, quedas de grandes alturas, explosões e agressões físicas intensas. O impacto gera lesões classificadas de duas formas: Trauma aberto: quando há o rompimento da pele, resultando em ferimentos visíveis, cortes profundos ou fraturas expostas. Trauma fechado: quando a força da batida causa danos internos sem romper a pele, a exemplo do esmagamento de órgãos (como fígado ou baço) e hemorragias ocultas. Em casos extremos, o corpo não suporta o choque e a morte ocorre de forma imediata. No entanto, pacientes que resistem ao impacto inicial ainda correm risco de morte horas ou dias após o resgate, geralmente em decorrência de infecção generalizada (sepse) e falência múltipla dos órgãos.
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